Brasil

Suspeita de dinheiro vivo a Witzel coincide com pagamentos de escritórios

A quantidade de dinheiro vivo que, segundo o empresário Edson Torres, foi entregue ao governador afastado do Rio, Wilson Witzel (PSC), pouco antes do início da campanha eleitoral de 2018 coincide com pagamentos que escritórios de advocacia fizeram ao político e à primeira-dama naquele ano, de acordo com registros da Receita Federal.

Torres diz ter dado a Witzel R$ 980 mil nos quatro primeiros meses de 2018. No mesmo ano, Witzel e a esposa informaram à Receita terem recebido de dois escritórios R$ 982 mil —ele declarou R$ 912 mil entre julho e dezembro, e ela, R$ 70 mil no decorrer do ano. A PGR (Procuradoria-Geral da República) não quis comentar o assunto, mas o UOL apurou que uma das linhas de investigação considera a hipótese de que o governador “esquentou” por meio dos escritórios de advocacia o suposto dinheiro vivo recebido por Torres.

Fonte: UOL.

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