Econômia

SUPERMERCADOS EM PARACATU COMEÇAM A LIMITAR COMPRA DE ARROZ E ÓLEO POR CLIENTE

Alguns supermercados de Minas Gerais já começaram a limitar a compra de pacotes de arroz e de óleo por cliente. Em alguns estabelecimentos, o consumidor pode levar no máximo cinco pacotes de 5kg do principal alimento da mesa do brasileiro. De acordo com a Associação Mineira de Supermercados (Amis), a prática não é ilegal e cabe a cada estabelecimento decidir a quantidade vendida para cada cliente. Essa situação também está sendo sentida pelos consumidores em Paracatu.

A TV Minas Brasil entrou em contato com alguns supermercados na cidade. Nas duas grandes redes de supermercado que tem filiais no município, Bretas e Mart Minas, já está acontecendo a limitação da compra de alguns produtos.

No Mart Minas a nossa produção checou que a venda do arroz está sendo limitada por clientes, além da venda do óleo de cozinha. No Bretas fomos informados que neste momento apenas o óleo de cozinha está sendo limitada a venda em dez unidades para cada cliente, porém o arroz também poderá ter a compra limitada.

A justificativa das duas redes de supermercados é de que os produtos estão em falta no mercado, sendo assim os mercadistas estão encontrando dificuldades para comprar os carregamentos.

A TV Minas Brasil também checou a informação em outros supermercados tradicionais na cidade. Segundo o que foi apurado por enquanto nenhum deles está com limitação de compra desses dois itens.

Nessa quarta-feira (9), o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Sanzovo Neto, se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, não há prazo para que o preço do arroz seja reduzido para os consumidores.

Bolsonaro vem reclamando do aumento de determinados alimentos e chegou até mesmo pedir para que os supermercadistas tenham “patriotismo” e margem de lucro “próxima de zero” em produtos essenciais.

Em Minas Gerais, a Amis informou que vem trabalhando para encontrar uma solução que amenize a subida de preços. “A Amis e todas as demais associações supermercadistas do Brasil, junto à Associação Brasileira de Supermercados, tem dialogado com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e com fornecedores e já pediu providências à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre os reajustes de preços dos itens.”

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