Minas Brasil

Colorido das barracas expõe o aumento da pobreza em Belo Horizonte

De repente, a população de Belo Horizonte se deparou com uma colorida, mas triste, decoração. Barracas utilizadas em acampamentos passaram a fazer parte do cenário urbano, indicando o vertiginoso crescimento das populações em situação de rua. O “abrigo” foi a forma improvisada de manter essas pessoas em situação mais digna, mantendo o distanciamento exigido pela pandemia do novo coronavírus.

Mais de mil barracas foram distribuídas pela Frente Humanitária do Canto da Rua Emergencial, um movimento solidário organizado pela Pastoral da Rua, da Arquidiocese de Belo Horizonte, e que reúne várias entidades. Os abrigos fazem parte de um “kit inverno”, também composto por mantas de cobertura, meias, agasalhos e saco de dormir.

Fonte: Estado de Minas

De repente, a população de Belo Horizonte se deparou com uma colorida, mas triste, decoração. Barracas utilizadas em acampamentos passaram a fazer parte do cenário urbano, indicando o vertiginoso crescimento das populações em situação de rua. O “abrigo” foi a forma improvisada de manter essas pessoas em situação mais digna, mantendo o distanciamento exigido pela pandemia do novo coronavírus.

Mais de mil barracas foram distribuídas pela Frente Humanitária do Canto da Rua Emergencial, um movimento solidário organizado pela Pastoral da Rua, da Arquidiocese de Belo Horizonte, e que reúne várias entidades. Os abrigos fazem parte de um “kit inverno”, também composto por mantas de cobertura, meias, agasalhos e saco de dormir.

Fonte: Estado de Minas

Thalita Mendes

Jornalista - TV Minas Brasil (Paracatu) Acadêmica de Jornalismo

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